Sexta-feira, 18 de Março de 2005

Consegui.

   Que paciência!...
   Se alguém nos faz um pagamento através de um cheque, especialmente se é a entidade empregadora, ou ex-empregadora, como é o caso, esperamos sempre recebê-lo, transformado em dinheiro. Se fazemos um acordo, devemos respeitá-lo. Só que às vezes parece que só uma das partes respeita os acordos. Aí já é altura de começarmos a repensar as nossas estratégias e opiniões.


   Consegui.
   Durante este tempo todo andei com ele no bolso. Um cheque em tudo igual aos outros cheques cruzados de origem do Banco Espírito Santo. Só que o cheque 2048666.9 da conta 5360 0531 0000 do balcão de Santa Catarina viria a tornar-se diferente embora passado em meu nome e assinado. A história até é simples. Mal me passaram o cheque no dia 1, que era para liquidar contas ainda de Dezembro, pediram-me para só o levantar na segunda-feira seguinte, o que eu fiz, ou melhor, tentei fazer. Qual não é o meu espanto quando verificaram que não tinha provisão e o balcão não autorizava o pagamento a descoberto. Pensei que talvez se tivessem esquecido de fazer alguma transferência. Após alguns telefonemas prometeram resolver-me a questão rapidamente. Em princípio através de transferência directa para a minha conta. Algo que não acreditei, muito. A esperança é sempre a última a morrer. Tornaram-me a dar outra data para poder levantar o cheque. Volto ao banco nesse dia. Nada. Novo telefonema e pedem-me para o depositar. Recuso-me terminantemente. O tempo que o cheque demorava a «passear» pela compensação para eventualmente acabar por me tornar a vir parar às mão por falta de provisão, não me seduzia. Então fica para amanhã, de certeza. Voltei ao banco. Lá, já me conheciam e até brincaram com a situação.
   __ Vamos lá a ver se é desta... __ Bem, profissionalmente falando, também não o deveriam ter dito, mas esse já é um problema deles, e das movimentações internas das contas sabem mais eles do que o público. Infelizmente tiveram razão. Ainda não tinha sido desta vez. Acabo por conseguir um acordo que é trocá-lo por dinheiro num dos restaurantes da empresa. Valeu-me fazer um telefonema antes, para evitar uma deslocação inútil a Lisboa. Hoje, finalmente, pagaram-mo. Ao fim de 18 dias consegui receber o meu dinheiro... É preciso paciência.
publicado por vkthor às 18:43
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1 comentário:
De docerebelde a 23 de Março de 2005 às 18:23
Com sorte idêntica não fui eu contemplada...! Emprestei dinheiro, passaram-me cheque ( sem provisão) e claro não recebi nadica de nada.....e ainda ficaram zangados comigo.......É PRECISO PACIÊNCIA !!! rs


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